DEZ DECISÕES URGENTES NA SAÚDE EM PORTUGAL

A Covid-19 deu-nos a todos uma grande lição: as áreas da saúde e as áreas sociais têm um enorme impacto económico. Atravessámos três meses que provocaram consequências profundas no nosso modo de vida. O choque foi tão forte que a recuperação pode levar anos.

Ainda hoje o desconfinamento não é total. É preciso que os agentes políticos e as pessoas – todos nós que vivemos em Portugal – mantenha bem presente estas dificuldades e este riscos; e que, por isso, comecem, desde já, a preparar o futuro. Felizmente, o SNS respondeu a esta pandemia, mas teve de deixar muita gente para trás. Ora isso não pode voltar a acontecer. Preparar o SNS para ter capacidade de resposta implica concretizar medidas urgentes – a começar já neste Orçamento Suplementar — para as quais todos temos de contribuir.

Não queremos que o SNS seja o sistema de saúde apenas dos mais desfavorecidos, queremos qualidade e defendemos a igualdade a todos os níveis. Queremos um SNS que chegue com qualidade aos dez milhões de portugueses. Para que isso aconteça, é necessário intervir já, imediatamente, em aspetos concretos do sistema. É tempo de mudar. Investir na saúde é investir nos portugueses e em Portugal.

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DEZ DECISÕES URGENTES NA SAÚDE EM PORTUGAL

A Covid-19 deu-nos a todos uma grande lição: as áreas da saúde e as áreas sociais têm um enorme impacto económico. Atravessámos três meses que provocaram consequências profundas no nosso modo de vida. O choque foi tão forte que a recuperação pode levar anos.

Ainda hoje o desconfinamento não é total. É preciso que os agentes políticos e as pessoas – todos nós que vivemos em Portugal – mantenha bem presente estas dificuldades e este riscos; e que, por isso, comecem, desde já, a preparar o futuro. Felizmente, o SNS respondeu a esta pandemia, mas teve de deixar muita gente para trás. Ora isso não pode voltar a acontecer. Preparar o SNS para ter capacidade de resposta implica concretizar medidas urgentes – a começar já neste Orçamento Suplementar — para as quais todos temos de contribuir.

Não queremos que o SNS seja o sistema de saúde apenas dos mais desfavorecidos, queremos qualidade e defendemos a igualdade a todos os níveis. Queremos um SNS que chegue com qualidade aos dez milhões de portugueses. Para que isso aconteça, é necessário intervir já, imediatamente, em aspetos concretos do sistema. É tempo de mudar. Investir na saúde é investir nos portugueses e em Portugal.

DEZ DECISÕES URGENTES NA SAÚDE EM PORTUGAL

A Covid-19 deu-nos a todos uma grande lição: as áreas da saúde e as áreas sociais têm um enorme impacto económico. Atravessámos três meses que provocaram consequências profundas no nosso modo de vida. O choque foi tão forte que a recuperação pode levar anos.

Ainda hoje o desconfinamento não é total. É preciso que os agentes políticos e as pessoas – todos nós que vivemos em Portugal – mantenha bem presente estas dificuldades e este riscos; e que, por isso, comecem, desde já, a preparar o futuro. Felizmente, o SNS respondeu a esta pandemia, mas teve de deixar muita gente para trás. Ora isso não pode voltar a acontecer. Preparar o SNS para ter capacidade de resposta implica concretizar medidas urgentes – a começar já neste Orçamento Suplementar — para as quais todos temos de contribuir.

Não queremos que o SNS seja o sistema de saúde apenas dos mais desfavorecidos, queremos qualidade e defendemos a igualdade a todos os níveis. Queremos um SNS que chegue com qualidade aos dez milhões de portugueses. Para que isso aconteça, é necessário intervir já, imediatamente, em aspetos concretos do sistema. É tempo de mudar. Investir na saúde é investir nos portugueses e em Portugal.

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Nós

Somos um grupo de cidadãos preocupados com o nosso País e o nosso Serviço Nacional de Saúde. Temos idades e origens profissionais diferentes, e temos uma preocupação em comum: a saúde de todos nós. O momento que vivemos – a pandemia de Covid-19 – levou-nos a criar este movimento cívico e apartidário. Há um sentido de emergência que nos impele a avançar.

A Covid-19 deu-nos a todos uma grande lição: as áreas da saúde e sociais têm um enorme impacto, inclusive económico. A aprovação do Orçamento Suplementar do Estado exige, por isso, este passo em frente: o SNS tem de ser fortalecido de uma vez por todas.

É preciso que os agentes políticos não o esqueçam e preparem, desde já, o futuro. O SNS respondeu a esta pandemia, mas teve de deixar muita gente para trás. Contamos com a Ordem dos Médicos e dos Farmacêuticos para nos apoiarem na concretização deste importante exercício de cidadania que se encontra naturalmente aberto à participação de todas as pessoas. Quem somos? Somos portugueses que querem um SNS mais forte e mais preparado.

As dez decisões que têm de ser tomadas
neste orçamento suplementar

As dez decisões que têm de ser tomadas
neste orçamento suplementar

Garantir médico de família e equipa de saúde para todos os cidadãos.
Meta: Num ano atribuir médico de família aos 700 mil cidadãos que ainda não o têm.

Aumentar o acesso a todos os cuidados de saúde e através de Programa Excecional resolver as listas de espera para cirurgias, consultas e exames complementares de diagnóstico e terapêutica, num exercício de apuramento real das necessidades e de aproveitamento dos recursos existentes.

Meta: Num ano, recuperar atividade prejudicada pela COVID-19 e cumprir os TMRG em todas as especialidades.

Desenvolver Vias Verdes Clínicas abertas e Vias Verdes com o apoio da telemedicina promovendo uma melhor articulação entre os cuidados de saúde primários e os cuidados hospitalares.

Meta: Em seis meses, aperfeiçoar a integração entre cuidados de saúde de proximidade e hospitalares, encurtando o tempo de espera de doentes prioritários e evitando idas desnecessárias aos hospitais.

Integrar e expandir a hospitalização domiciliária, promovendo a telemedicina e desenvolvendo serviços específicos para assistência no domicílio, em articulação com o sistema de saúde e as associações de doentes.

Meta: Em seis meses, aumentar o conforto, a qualidade e acesso dos doentes nos seus domicílios, sem redução do acompanhamento especializado, aproveitando também as novas capacidades da tecnologia da medicina à distância.

Equipar as unidades de saúde e integrar aplicações móveis para aperfeiçoar e desenvolver a medicina à distância na monitorização e seguimento de doentes crónicos;

Meta: Num ano, capacitar e organizar o SNS para ter como resposta complementar, em situações específicas, a medicina à distância, evitando deslocações desnecessárias dos doentes e familiares, e monitorizar com mais frequência alguns doentes crónicos.

Garantir proximidade na dispensa de medicamentos.

Meta: Em seis meses, reforçar os serviços de proximidade ao cidadão, em articulação com os serviços hospitalares.

Garantir o acesso à inovação terapêutica e tecnológica.

Meta: Num ano, assegurar o cumprimento da média europeia no tempo de acesso à verdadeira inovação (medicamentos, dispositivos e equipamentos).

Projeto 10 milhões de Portugueses – mais literacia, mais prevenção, mais participação.

Meta: Em seis meses, disponibilizar o acesso gratuito a plataformas digitais de apoio a decisão clínica, formação, literacia e prevenção, para os profissionais de saúde e todos os cidadãos.

Reforçar a governação clínica das unidades de saúde, valorizar os profissionais e reorganizar os serviços hospitalares em unidades de cuidados integrados e centros de responsabilidade integrados.

Meta: Em seis meses, promover a valorização dos profissionais e das suas carreiras, a autonomia, eficiência e flexibilidade na gestão das unidades de saúde e serviços, com lideranças efetivas, reconhecidas e responsáveis, centradas no conhecimento, na competência e na carreira.

Evoluir para um orçamento público da Saúde em % PIB equivalente à média da UE, com uma lei de meios e orçamentação plurianual.

Meta: O financiamento do SNS deve aumentar na ordem dos 7,5% ao ano, nos próximos cinco anos.

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#SOSSNS: Movimento tem apoio de Ordens profissionais e reforça necessidade de fortalecer o SNS (atualizada)
#SOSSNS. Assim se intitula o movimento “cívico e apartidário” lançado hoje, por um grupo de pessoas da área da Saúde, que pretende reforçar a necessidade de fortalecer o Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Emissão TVI24 Notícias Movimento cívico apresenta 10 medidas urgentes para reforçar o SNS
O movimento #SOSSNS diz-se apartidário e aberto a toda a gente. Foi apresentado esta terça-feira frente ao Hospital de Santa Maria. Um grupo de cidadãos criou o movimento cívico #SOSSNS, que apresentou hoje 10 medidas urgentes na área da saúde em Portugal como atribuir, num ano, médico de família aos 700 mil cidadãos que ainda não o têm.
Movimento “SOS SNS” pede aos políticos para não se esquecerem que é preciso mais dinheiro para a saúde
Deixa também o alerta que a resposta à pandemia deixou muitos doentes para trás e é preciso fortalecer o SNS para preparar o futuro. Um grupo de cidadãos da área da saúde pretende fortalecer o Serviço nacional de saúde e pede um reforço do Orçamento Suplementar. O movimento "SOS SNS" propõe a concretização de dez medidas no prazo de um ano.
SOS SNS: as dez medidas urgentes para reforçar o SNS
SOS SNS: conheça as dez medidas urgentes para reforçar o SNS.
Emissão TVI24 Notícias SOS SNS: farmacêuticos e médicos juntam-se para fortalecerem o SNS
A Ordem dos Médicos e a Ordem dos Farmacêuticos juntaram-se numa iniciativa que vai apresentar “medidas urgentes”, que deveriam ser concretizadas no prazo de três a seis meses. O movimento cívico SOSNS visa fortalecer o Serviço Nacional de Saúde.

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